EDITORIAL

História Econômica está de volta !

Nos últimos anos percebe-se uma retomada dos estudos em História Econômica. A percepção confirmou-se no I Encontro de Pós-Graduação em História Econômica organizado pela ABPHE, em conjunto com o Programa de Pós-Graduação em Economia área de concentração História Econômica da FCL-UNESP, ocorrido nos dias 2 e 3 de setembro no Campus de Araraquara. A acolhida ao encontro foi bem acima das expectativas feitas pelos seus organizadores, levando-se em conta o reduzido número de cursos de Pós-Graduação em História Econômica no Brasil e a especificidade da área, a qual não corresponde àquelas mais privilegiadas no mercado acadêmico das pós-graduações em Economia e em História, situando-se quase sempre à margem.

O numero de trabalhos enviados foi superior a 50 e destes foram selecionados 42. A maioria dos participantes era de estudantes de pós-graduação que estão desenvolvendo pesquisas para tese de doutorado ou dissertação de mestrado. Alguns apresentaram trabalhos, já concluídos, extraídos de suas teses ou dissertações defendidas recentemente. As treze mesas de trabalhos contaram com a participação de comentadores e debatedores, dentre eles ressalta-se a participação de nossos associados, que vieram de outros estados para prestigiar o Encontro: Josué Modesto Passos Subrinho, da Universidade Federal de Sergipe, e Carlos Gabriel Guimarães, da Universidade Federal Fluminense.

As instituições de origem dos participantes correspondeu a um espectro bastante representativo dos cursos de Pós-Graduação em História e Economia do país, embora concentrado no eixo sudeste – sul, como mostra o quadro abaixo.

Os temas abordados refletiram a preocupação de se conhecer melhor a formação da riqueza, sua origem e as formas de sua composição e distribuição entre diferentes ativos patrimoniais e financeiros. Esses estudos têm concentrado sua análise no período correspondente à decadência da economia da mineração e ao surgimento de uma nova inserção da economia brasileira no mercado internacional, por meio da economia cafeeira. A perspectiva dos trabalhos apresentados orientou-se por revelar o surgimento e o desenvolvimento dos novos fluxos de negócios, por onde a vida material, produção, distribuição e comercialização de mercadorias destinadas ao abastecimento do mercado interno, começou a passar de forma mais intensa, projetando uma acumulação de capital concentrada nas mãos de poucos proprietários e comerciantes. Esses estudos têm utilizado como fonte de investigação um conjunto de documentos formados por inventários post mortem, escrituras de compra e venda de imóveis rurais e urbanos, matrículas de escravos e listas nominativas de habitantes.

Percebe-se um retorno ao período Colonial e ao Primeiro Império que passam a ser revisitados, por meio de estudos sobre as redes de abastecimento; a pressão demográfica; os conflitos de terras; a organização da pequena propriedade de subsistência e geradora de excedentes comercializáveis localmente.

O período imperial, principalmente o Segundo Império, foi objeto de trabalhos que miraram temas como a política econômica, enquanto dimensão institucional definidora de regras e normas para as atividades econômicas, e de ganhos e perdas no jogo econômico, envolvendo proprietários de terra e dinheiro e comerciantes. Um tema caro ao Segundo Império, a transição da escravidão para o trabalho livre apareceu nos trabalhos apresentados com foco voltado para outros ângulos, não somente do da organização do processo de trabalho nas unidades produtoras, mas da constituição das famílias de libertos, após a Abolição da Escravidão e da identificação dos caminhos trilhados pelos libertos para construir sua inclusão à sociedade que aboliu o escravo. O impacto da Abolição da Escravidão também foi analisado sob a perspectiva da transformação da riqueza, por meio da identificação nos inventários post mortem das alterações dos pesos dos ativos patrimoniais, que integram o monte mor, e das formas de acumular riqueza.

O paradigma da transição do trabalho escravo ao livre sustentado na solução binomial café-imigrante, engendrada por São Paulo, tem sido alvo de contestação em virtude da sua pretensa generalização. Com base em pesquisas junto às fontes como os livros de administração de fazendas, as cadernetas das Vendas (armazéns) das fazendas e as formas de contratos de formação de lavoura cafeeira lavradas nos cartórios de diferentes localidades, os trabalhos expostos no Encontro colocaram em xeque a generalização do paradigma. A desorganização da produção e a fuga em massa de escravos das fazendas vem sendo cada vez mais questionada e em seu lugar tem sido encontrado, com a releitura e sistematização de fontes pouco trabalhadas, a permanência do ex-escravo nos trabalhos agrícolas junto ao trabalhador nacional, algumas vezes migrante, mas não o imigrante.

Esses temas revelam a intensa atividade de busca de novas evidências em fontes e documentos ainda pouco trabalhados pela historiografia econômica sobre a qual os pesquisadores em História Econômica têm se ocupado. A reunião de um conjunto diversificado de fontes, o qual inclui Listas Nominativas de Habitantes, Registros Paroquiais, Inventários post mortem, Testamentos, Contratos Comerciais, Processos Judiciais, Contrato de Compra e Venda de Imóveis etc. tem contribuído para trazer novas evidências das transformações das estruturas econômicas e sociais por que tem passado a sociedade brasileira. No manuseio da documentação freqüentemente os pesquisadores têm recorrido à técnica de mapeamento de homens, seus nomes e de seus descendentes para acompanhar as trajetórias de suas atividades econômicas. O trabalho tem sido minucioso, meticuloso e demorado, mas tornado possível pelo uso de computadores, sem o qual o trabalho seria insano.

Depreende-se do I Encontro que o período republicano tem atraído menos a atenção dos jovens historiadores econômicos. Mesmo com menor número de trabalhos, ele ainda conserva uma certa "reserva natural de interesse", principalmente, nos temas como industrialização, que tem recebido um tratamento diferenciado nos últimos anos, por meio dos estudos das cadeias produtivas, dos sistemas produtivos localizados (clusters), da história de empresas, de estratégias competitivas, conquista de novos mercado, diversificação e incorporação do progresso tecnológico. A história e a estratégia competitiva da cervejaria Brahma, do cluster moveleiro e calçadista foram temas dos trabalhos apresentados. A modernização conservadora da agroindústria canavieira; o fracassado projeto de conquista do mercado externo pela produção cacaueira do sul baiano; as relações entre o aumento da produtividade, incorporação de novas tecnologias e novas formas de precarização do trabalho na produção agroindustrial foram objeto de discussão. A perda de competitividade da estrada ferro frente à expansão dos transportes rodoviários; a construção infra-estrutura de serviços de energia diante da institucionalização das regras do uso e da preservação dos recursos hídricos nacionais, dentre outros temas, estiveram no debate. A história do pensamento econômico mais recente, dos anos 50 do século XX, também foi debatida com base em dois trabalhos apresentados - um sobre Celso Furtado e outro sobre Fernando Fajnzylber.

Desse breve balanço, conclui-se que o I Encontro de Pós-Graduação em História Econômica lançou a semente, propiciando o contato, a conversa, a troca de idéias e o debate entre os jovens pesquisadores em História Econômica, prosseguir é preciso.

Quadro de Participantes do I Encontro de Pós-Graduação em

História Econômica

Instituição

Curso de Pós-Graduação

Número de Participantes

Universidade Federal Fluminense UFF

História, área História Econômica

4

Universidade de São Paulo USP

História, área de História Econômica

5

Universidade Estadual Paulista UNESP

História, Campus de Assis

1

Universidade Estadual Paulista UNESP

Economia, área de História Econômica, Campus de Araraquara

10

Universidade Estadual Paulista UNESP

História, Campus de Marília

2

Universidade Estadual de Campinas UNICAMP

História Econômica

7

Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ

História, área História Econômica

5

Centro Universitário Vila Velha CUVV

 

1

Universidade Federal Viçosa UFV

 

1

Universidade Estadual de Maringá UEM

 

1

Universidade Estadual de Santa Catarina UESC

 

1

Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora

 

1

Universidade Estadual Centro Oeste-Paraná UECO-Paraná

 

1

Universidade de Brasília UNB

História

1

Universidade de Coimbra, Portugal

 

1

Stanford University California, USA

 

1

   

42

NOVOS SÓCIOS DA ABPHE , BENVINDOS!

Região Sudeste

Alexandre Mendes Cunha (Minas Gerais)

Hugo Eduardo Araujo da Gama Cerqueira (Minas Gerais)

Marcelo Magalhães Godói (Minas Gerais)

Rodrigo Simões (Minas Gerais)

Região Sul

Maurício Aurélio dos Santos (Santa Catarina)

PUBLICAÇÕES RECEBIDAS PELA ABPHE

A ABPHE recebeu o livro Navegação do Rio São Francisco. De Fernando da Matta Machado, publicado pela editora Topbooks em 2002. O livro examina a ligação entre os centros de produção e de consumo através da navegação a vapor do rio São Francisco e seus afluentes no século XIX. Além de de estudar a rede de comercialização constituída na vasta região tributária ao "velho Chico", Matta Machado explora temas de História de Empresas ao abordar a constituição, atuação e liquidação da Empresa Viação do Brasil. Contato com autor pode ser mantido via o e-mail fermatta@terra.com.br ou tel. 0XX-21-2541-7741.

História Quantitativa e Serial no Brasil: um balanço. Tarcísio Rodrigues Botelho ...[et al.}. Goiânia: ANPUH-MG, 2001. O Grupo de Trabalho de História Quantitativa e Serial da ANPUH publica nesse livro um balanço das discussões sobre o uso de metodologias quantitativas na História, abrangendo cada campo de investigação História Econômica, História Demográfica, História e Ciências Sociais.

Revista de Sociologia e Política. Dossiê Brasil anos 90 . Publicação semestral da área de Ciência Política do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal do Paraná. N. 18, 2002

 

REVISTA da ABPHE: HISTÓRIA ECONÔMICA & HISTÓRIA DE EMPRESAS

A Comissão Executiva da revista História Econômica & História de Empresas - convida os sócios da ABPHE a enviarem artigos para publicação

A ABPHE e a Comissão Executiva da HE&HE têm se esforçado ao máximo para melhorar o conteúdo da Revista, que vem conseguindo atingir, a cada número, uma maior qualidade editorial. Temos alcançado progressos gradativos e podemos dizer que o nosso periódico vem se transformando numa referência para os pesquisadores das diversas áreas de investigação da história econômica e da história empresarial. Também é importante ressaltar que HE&HE já está incluída no ranking das revistas da área de Economia da CAPES e o nosso próximo passo será sua indexação em órgãos indexadores nacionais (como o Projeto Scielo) e internacionais (como o Journal of Economic Literature).

Entretanto, para que esta qualidade seja mantida, principalmente em relação ao conteúdo do que é publicado, é fundamental que tenhamos à nossa disposição uma variedade e um grande número de artigos e resenhas, enviados por nossos Associados. Neste sentido, mais uma vez, a Comissão Executiva de HE&HE vem se dirigir à comunidade de pesquisadores vinculados à entidade com o objetivo de solicitar sua colaboração com a nossa revista, através do envio de artigos e resenhas de obras a serem submetidos à análise de nossos pareceristas.

Para os artigos e resenhas serem publicados em HE&HE, é necessário que eles tenham uma indicação favorável de dois pareceristas, o que significa que o simples envio dos trabalhos não garante sua publicação automática. Além disso, os artigos e resenhas enviados terão que ser apresentados de acordo com as normas divulgadas na própria revista e em boletins da entidade, acompanhados de resumos (de no máximo 10 linhas) em português e inglês, com 5 palavras-chave nestes dois idiomas. Comissão Executiva: Luiz Carlos Soares, Maria Teresa Ribeiro de Oliveira e Tamás Szmrecsányi

AGENDA PASSADA A LIMPO

X SEMINÁRIO DE ECONOMIA MINEIRA EM DIAMANTINA

O seminário de Diamantina ocorrido entre 18 e 22 de junho passado foi um sucesso e seus organizadores estão de parabéns por terem tornado a comemoração do 20Ί aniversário do Seminário num evento marcado pela hospitalidade e pela troca e debate de idéias. A audiência ao seminário foi bastante expressiva, girando em torno de 400 pessoas. A qualidade dos trabalhos apresentados e das discussões foi, tanto quanto a quantidade de participantes, bastante proveitosa. Coube à diretoria da ABPHE, em atenção ao convite feito pela comissão organizadora do evento, organizar uma mesa sobre O Estado da Arte da Pesquisa em História Econômica no Brasil. A mesa foi composta pelos professores Wilson Suzigan, coordenador, e os expositores João Luís Fragoso, Maria Alice Rosa Ribeiro, Flávio Saes e José Jobson Arruda. Fragoso, na sua comunicação, chamou a atenção para necessidade de mais investigações, particularmente, para o período colonial. Aponta para o aprofundamento da pesquisa sobre questões abordadas nos recentes estudos em História Econômica, os quais estão contribuindo para desfazer os mitos: de que a história colonial se resume à oposição senhor versus população cativa e à estrutura montada sobre a escravidão, a grande propriedade e a exportação. Conclui sublinhando a necessidade de empreender novos estudos da economia colonial dos séculos XVI ao XVIII dentro dos quadros do império ultramarino português. Maria Alice fez um breve balanço da pesquisa em História Econômica no Brasil, tomando como marco de referência a fundação da ABPHE em 1993. Selecionou como corpus da análise do "estado da arte" na pesquisa os trabalhos apresentados nos Congressos e Conferências. Conclui, com um certo otimismo, que houve avanços na historiografia econômica brasileira, os estudos recentes têm procurado equilibrar a pesquisa junto às fontes documentais primárias e a interpretação, fugindo do "deixar a fonte falar" ou o inverso "muita teoria e pouca evidência empírica". Entretanto, aos pesquisadores em História Econômica do Brasil resta ainda "fazer uma História Econômica que aponte o sentido geral do processo econômico e social da sociedade brasileira". Saes, em sua exposição, optou por abordar o "estado da arte" sob a ótica do ensino de História Econômica na formação de futuros economistas. O desafio lançado pelo professor Saes é pensar de que modo a História Econômica e os argumentos dos especialistas em História Econômica atingem o estudante da graduação em economia. Em síntese a questão é "Qual é a receptividade desses alunos aos textos de História Econômica?". Por fim, o Prof. Jobson abordou as principais tendências historiográficas argumentando que, em contraposição à antropologização da História Econômica nos anos setenta, os temas atuais tendem a ser micro em razão das pressões acadêmicas para que as teses sejam concluídas em dois anos. O debate foi bastante acalorado entre os defensores da permanência dos textos clássicos da historiografia econômica e os que propõem a sua eliminação da bibliografia básica da disciplina Formação Econômica do Brasil ou História Econômica do Brasil.

Os temas de História Econômica do Brasil percorreram as mesas do primeiro dia do seminário, nas quais a variedade temática, não deixou de apontar a tendência marcante entre os pesquisadores da área de buscar novas fontes ou de promover um melhor tratamento de fontes precariamente trabalhadas, em virtude da falta de recursos, que hoje em dia faz parte do ofício do pesquisador em história econômica - a informática. O computador tem cada vez mais viabilizado a investigação de fontes seriais e outras, como Listas Nominativas de Habitantes, Inventários, Censos Demográficos, Listas de Venda de escravos etc. Com as novas técnicas de pesquisa, velhos temas têm retornado ao debate e certezas de ontem da historiografia econômica têm sido postas contra a parede. A montagem de bancos de dados com base em Registros Paroquiais tem permitido a abertura de um leque de temas sobre a economia mineira do século XVIII. A evolução da economia e da riqueza tem sido revista, por meio do confronto entre fontes seriais Inventários e Censos Demográficos. Novas evidências sobre o crescimento da população mineira, sobre a estabilidade das famílias escravos, sobre a existência de uma "microeconomia" do escravo estiveram presentes no debate. O aspecto que deve ser ressaltado do seminário é a perfeita harmonia entre concepção e formato, a qual propicia uma fecunda articulação interdisciplinar, envolvendo história, economia, demografia e espaço geográfico/ territorial.

DO XIII CONGRESSO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA ECONÔMICA DE BUENOS AIRES AO XIV EM HELSINQUI, FINLÂNDIA, EM 2006

Foi realizado com grande êxito em Buenos Aires, entre os dias 22 e 26 de julho último, o XIII Congresso Internacional de História Econômica, no qual foram discutidos centenas de trabalhos, apresentados por outros tantos especialistas, procedentes de dezenas de países de todos os continentes. O ambiente em que isto ocorreu foi o melhor possível. Apesar do que dizem os jornais e indicam as estatísticas, a situação atual da Argentina é difícil, mas não muito pior que a do Brasil neste momento, tendo permitido que se manifestasse com todo o vigor a tradicional hospitalidade dos organizadores daquele país. De modo geral, o nível científico dos trabalhos apresentados foi bastante bom, enquanto que a participação brasileira, maior e melhor do que nos congressos anteriores poderia ter sido mais significativa.

O professor Roberto Cortés-Conde foi sucedido na presidência da Associação Internacional pelo professor Richard Sutch, da Universidade da California, Campus de Riverside. A vice-presidência coube à professora Riitta Hjerppe, da Universidade de Helsinqui, na Finlândia, onde será realizado o próximo congresso em 2006.Os países latino-americanos continuam tendo dois representantes no Comitê Executivo da entidade, os professores Carlos Marichal, do México, e Tamás Szmrecsányi, do Brasil. Até o início do ano de 2003 deverá ser lançado o primeiro edital convocando candidatos a organizadores de sessões no XIV Congresso. Logo que isto ocorrer, os sócios da ABPHE serão devidamente comunicados.

AGENDA

V Congresso Brasileiro de História Econômica e 6ͺ Conferência Internacional de História de Empresas - ABPHE

Caxambú, MG, dias 7 a 10 de setembro de 2003.

A proposta de organização dos eventos da ABPHE apresentada pelo professor João Antonio de Paula foi a provada na última reunião conjunta da Diretoria e do Conselho de Representantes da ABPHE. A proposta aprovada é a que segue abaixo:

  1. Os eventos serão realizados de 7 a 10 de setembro de 2003 no Hotel Glória em Caxambú, Minas Gerais.
  2. A estrutura dos eventos seguirá o formato adotado em 2001 e terá Mesas-Redondas, Conferências e Módulos Temáticos.
  3. Os Módulos Temáticos serão os seguintes:
  4. 1. Brasil Colônia e Império - BCI

    2. Brasil República - BR

    3. História Econômica Geral e Economia Internacional - HEG

    4. Metodologia, Historiografia e Pensamento Econômico - MHPE

    5. História de Empresas - HE

  5. A submissão de trabalhos aos Módulos Temáticos obedecerá ao seguinte calendário:

  1. Envio de resumos, de até 20 linhas, até o dia 31 de janeiro de 2003

b) Envio dos trabalhos completos, de até 25 laudas, até 31 de março de 2003. Os trabalhos completos deverão incluir tabelas, notas e bibliografia nas 25 laudas; fonte: Times New Roman, tamanho 12; entre linhas 1,5. Incluir resumo com 15 linhas, na mesma formatação, entre linhas simples e palavras-chaves

  1. A seleção dos trabalhos far-se-á pela análise dos trabalhos completos, contudo, é necessário o envio do resumo para efeitos de planejamento do evento.
  2. Os trabalhos serão avaliados pelas seguintes comissões:

I. Brasil Colônia e Império

  1. Douglas Cole Libby – UFMG
  2. João Fragoso – UFRJ

II. Brasil República

1. Tamás Szmrecsányi - UNICAMP

2. Flávio Saes - USP

III. História Econômica Geral e Economia Internacional

1. Wilson Suzigan – UNICAMP

2. Clélio Campolina Diniz – UFMG

IV. Metodologia, Historiografia e Pensamento Econômico

  1. Hugo Eduardo da Gama Cerqueira - UFMG
  2. João Antônio de Paula – UFMG

V. História de Empresas

  1. Sérgio Birchal – UFMG
  2. Maria Alice Rosa Ribeiro – UNESP

7. Os trabalhos e os resumos deverão ser encaminhados, preferencialmente por via eletrônica, para Maristela Dória, CEDEPLAR/UFMG, que funcionará como Secretária do evento. Endereço: Rua Curitiba, 832 - 9Ί andar - Sala 913 – Centro, CEP 30170-120, Belo Horizonte - MG - Brasil. Fone: (31) 3279-9133/9084 - Fax: (31) 3201-3657 doria@cedeplar.ufmg.br

  1. A Comissão Organizadora do evento é composta dos seguintes membros:

Wilson Suzigan (Presidente)

Clélio Campolina Diniz

Flávio Saes

Maria Alice Rosa Ribeiro

Douglas Libby

Sérgio Birchal

João Antônio de Paula (Coordenador Geral)

 

NOTA DA TESOURARIA DA ABPHE - ANUIDADES

Estamos enviando, junto com este boletim, correspondência da tesouraria aos associados que não quitaram suas anuidades. Os que não fizeram o pagamento referente ao período 2000/2001 não receberam o exemplar de História Econômica e História de Empresas, v. IV, nΊ2. E aqueles que não pagaram a anuidade de 2002, não estão recebendo, junto com este boletim, o exemplar de
História Econômica e História de Empresas, v. V, nΊ 1. As instruções para pagamento das anuidades encontram-se na correpondência anexa e, tão logo seja feito o pagamento, será enviado o exemplar da revista correspondente. Caso o associado tenha enviado o pagamento por meio de depósito no Banco Real e não tenha recebido o recibo da anuidade (ou esteja recebendo
correspondência indicando o não pagamento da anuidade), pedimos que envie cópia do comprovante para podermos identificar o depositante.

 

 

 

 

 

OFERTAS DE LIVROS & REVISTAS

A editora da USP, Edusp, e a Imprensa Oficial publicaram em parceria a segunda edição revisada dos livros:

História Econômica do Período Colonial (org. Tamás Szmrecsányi). R$28,00 para associados desconto de 20%, R$ 22,40

História Econômica da Independência a do Império (orgs.Tamás Szmrecsányi e José Roberto do Amaral Lapa) R$ 30,00 para associados desconto de 20%, R$ 24,00

História Econômica da Primeira República (orgs. Sergio S. Silva e Tamás Szmrecsányi). R$ 41,00 para associados desconto de 20%, R$ 32,80

História Econômica do Brasil Contemporâneo (orgs. Wilson Suziogan e Tamás Szmrecsányi) R$34,00 para associados desconto de 20%, R$ 26,20

História de Empresas e Desenvolvimento Econômico do Brasil Contemporâneo ( orgs. Tamás Szmrecsányi e Ricardo Maranhão) R$ 41,00 para associados desconto 20%, R$ 32,80

ANNIBAL VILLELA Escritos selecionados de Annibal Villela. R$ 20,00 para associados desconto de 25%, R$ 15,00

CELSO FURTADO. Economia colonial no Brasil dos século XVI e XVII. R$ 20,00 para associados desconto de 10%, R$ 18,00

CADERNO DE RESUMOS E CD DOS CONGRESSOS DA ABPHE

III CONGRESSO BRASILEIRO DE HISTÓRIA ECONÔMICA E 4ͺ CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE HISTÓRIA DE EMPRESAS R$ 5,00

IV CONGRESSO BRASILEIRO DE HISTÓRIA ECONÔMICA E 5ͺ CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE HISTÓRIA DE EMPRESAS R$ 5,00

APROVEITE!!

NA ASSINATURA DA REVISTA DA ABPHE OU na COMPRA DO LIVRO ESCRITOS SELECIONADOS DE ANNIBAL VILLELA E DE UMA REVISTA,

VOCÊ GANHA DE CORTESIA OS CADERNOS DE RESUMOS E MAIS O CD COM TEXTOS COMPLETOS DOS TRABALHOS APRESENTADOS NOS DOIS ÚLTIMOS CONGRESSOS 1999 E 2001.

 

História Econômica & História de Empresas

Preços de exemplares avulsos da Revista da ABPHE

V.I, n.1 1998 R$ 19,00

V.II, n.1 1999 R$ 21,00

V.II, n.2 1999 R$ 20,00

V.III, n.1, 2000 R$18,00

Demais números R$ 18,00

Assinatura anual – R$ 36, 00

Vendas das Publicações: Secretaria da ABPHE

 

DIRETORIA 2001-2003

Wilson Suzigan – Presidente

Clélio Campolina Diniz – Vice-Presidente

Maria Alice Rosa Ribeiro – 1Ί Secretário

Sérgio de Oliveira Birchal – 2Ί Secretário

Flávio Azevedo Marques de Saes – 1Ί Tesoureiro

Douglas Cole Libby – 2Ί Tesoureiro.

CONSELHO DE REPRESENTANTES DA ABPHE 2001-2003

Região Centro-Oeste: Representantes – Flávio Rabelo Versiani e Maria Teresa Andrade Ribeiro de Oliveira, Suplente – Barsanufo Gomides Borges;

Região Nordeste: Representantes – Josemir José Camilo e Cesare Giuseppe Galvan, Suplente – Fernando Cardoso Pedrão;

Região Sul: Representantes – Fábio Dória Scatolin e Victor Manuel Pelaez Alvares, Suplente – José Gabriel Porcile Meirelles;

Região Sudeste: Representantes – Carlos Gabriel Guimarães e Maria Yedda Leite Linhares, Suplente – Fania Fridman;

Região São Paulo: Representantes – Maria Lúcia Lamounier e Lígia Maria Osório Silva, Suplente – Maria Lúcia Caira Gitahy

Região Norte: Não foram eleitos representantes em virtude do baixo número de associados.

De acordo com os Estatutos, também fazem parte do Conselho os ex -presidentes da ABPHE: Tamás Szmrecsányi (1995-97), Luiz Carlos Soares (1997-1999) e Carlos Roberto Antunes dos Santos (1999-2001).

Sócios Honorários

Alice Piffer Canabrava

Annibal Villanova Villela(> )

Charles R. Boxer(> )

Eulália Maria Lahmeyer Lobo

Frédéric Mauro(> )

Nelson Werneck Sodré(> )

Celso Furtado

Roberto Cortés Conde

SÓCIOS FUNDADORES E EFETIVOS DA ABPHE

 

REGIÃO CENTRO-OESTE

 

Barsanufo Gomides Borges

Carmen Lícia Palazzo de Almeida

Damião Duque de Farias

Flávio Rabelo Versiani

Guilherme Costa Delgado

Lucia Salsa Corrêa

Luciene Rodrigues

Maria Teresa Andrade Ribeiro de Oliveira

Otávio Canavarros

Paulo Borges Campos Júnior

Paulo Roberto Cimó de Queiroz

Paulo Roberto de Almeida

Ricardo Bielschowsky

Roberto Borges Martins

Stephen Anthony de Castro

Teresa Cristina de Novaes Marques

Valmir Batista Corrêa

 
     
     
     
 

REGIÃO NORDESTE

 

Amilcar Baiardi

Cesare Giuseppe Galvan

Daniel Rodriguez de Carvalho Pinheiro

Denise Mattos Monteiro

Fernando Cardoso Pedrão

Helington de Araujo Rangel

Jean Baptiste Nardi

José Alberto Bandeira Ramos

Josemir Camilo de Melo

Josué Modesto dos Passos Subrinho

Lidia Maria Leal Santana

Lourival Santana Santos

Manuel Correia de Oliveira Andrade

Marcos Guedes Vaz Sampaio

Maria da Guia Santos Gareis

Maria Verônica Secreto

Norberto Osvaldo Ferreras

Olímpio José de Arroxelas Galvão

Paulo Henrique de Almeida

Pedro de Almeida Vasconcelos

Ruy Belém de Araújo

Silvio Humberto dos Passos Cunha

Victor Augusto Meyer Nascimento

 
     
     
     
 

REGIÃO NORTE

 

Elis de Araújo Miranda

Fábio Carlos da Silva

Maria Celia Nunes Coelho

Pearl Arthur Jules Antonius

Roberto Araújo Oliveira Santos

 
     
     
     
 

REGIÃO SUL

 

Adriano Nervo Codato

Alcides Goularti Filho

Ary Cesar Minella

Armando João Dalla Costa

Carlos Roberto Antunes dos Santos

Claus Magno Germer

Denise Maria Maia

Fábio Dória Scatolin

Fernando Franco Netto

Francisco de Borja B. de Magalhães Filho

Jandir Ferrera de Lima

Jorge Luiz da Cunha

José Flávio Pereira

José Gabriel Porcile Meirelles

Lafaite Santos Neves

Luiz Carlos Ribeiro

Luiz Roberto Pecoits Targa

Maria do Carmo dos Santos Bastos

Maria Heloisa Lenz

Maria Lúcia Leitão de Carvalho

Marli Marlene Mertz

Maurício Aguiar Serra

Maurício Aurélio dos Santos

Paulo Roberto Neves Costa

Pedro Cesar Dutra Fonseca

Ramón Vicente García Fernández

Renato Monseff Perissinotto

Ricardo Costa de Oliveira

Rogério Luiz de Souza

Ronaldo Herrlein Júnior

Sandra Jatahy Pesavento

Sérgio Schmitz

Sérgio Soares Braga

Sezinando Luiz Menezes

Victor Manoel Pelaez Alvarez

Walter Tadahiro Shima

     
     
     
 

REGIÃO SUDESTE

 

Afonso de Alencastro Graça Filho

Alexandre Mendes Cunha

Almir Chaiban El Kareh

Almir Pita Freitas Filho

Amara Silva de Souza Rocha

Ana Cristina Coelho dos Santos

Ana Maria dos Santos

Ana Maria Ribeiro de Andrade

Anderson José Pires

André Arruda Villela

Angelo Alves Carrara

Antonio Maria da Silveira

Bernardo Kocher

Caio César Boschi

Carla Maria Carvalho de Almeida

Carlos Alberto Medeiros Lima

Carlos Gabriel Guimarães

Carlos Henrique Santos de Almeida

Carmen Helena Coelho dos Santos

Cezar Teixeira Honorato

Cinthia Maria de Sena Abrahão

Claudia Maria das Graças Chaves

Claudia Maria Ribeiro Viscardi

Clélio Campolina Diniz

Coraly Gará Caetano

Dilma Andrade de Paula

Douglas Cole Libby

Dulce Portilho Maciel

Ebenézer Pereira Couto

Edelmira del Carmen A. C. de Oliveira

Eduardo Navarro Stotz

Eduardo Nazareth Paiva

Elisa Maria de Oliveira Muller

Elisabeth Von Der Weid

Eloy Alves Filho

Eulália Maria Lahmeyer Lobo

Fábio de Silos Sá Earp

Fania Fridman

Fernando Antonio Faria

Fernando Carlos Greenhalgh de C. Lima

Francisco José Calazans Falcon

George Edward Machado Kornis

Geraldo de Beauclair Mendes Oliveira

Geraldo Moreira Prado

Héctos Alberto Alimonda

Heloisa Helena Pacheco Cardoso

Hildete Pereira de M. Hermes de Araújo

Hugo Eduardo Araujo da Gama Cerqueira

Humberto Fernandes Machado

Ismênia de Lima Martins

Israel Beloch

Ivan da Costa Marques

João Antonio de Paula

Juan Ruben Gustavo Fergunson

Lúcio Ismael de Alvarenga

Luiz Carlos Delorme Prado

Luiz Carlos Soares

Luiz Cláudio Moisés Ribeiro

Luiz Fernando Saraiva

Manolo Garcia Florentino

Marcelo Magalhães Godoy

Marcia Maria Menendes Motta

Margareth Guimarães Martins

Maria Antonieta Parahyba Leopoldi

Maria Celina Soares D’Araújo

Maria da Penha S. Siqueira

Maria Yedda Leite Linhares

Moacir Fecury Ferreira da Silva

Mônica Ribeiro de Oliveira

Newton Augusto Cardoso de Oliveira

Newton Paulo Bueno

Paulo Cesar Azevedo Ribeiro

Paulo Roberto da Costa Vieira

Pedro Marcelo Pasche de Campos

Pedro Tórtima

Rita de Cássia da Silva Almico

Rodrigo Simões

Rosana Areal de Carvalho

Sérgio de Oliveira Birchal

Sérgio Tadeu de Niemeyer Lamarão

Sheila Siqueira de Castro Faria

Sonia Maria de Souza

Sonia Regina de Mendonça

Tânia Maria Ferreira de Souza

Théo Lobarinhas Piñeiro

Vania Maria Cury

Wagner Chagas de Menezes

Wenceslau Gonçalves Neto

   
     
     
     
 

REGIÃO SÃO PAULO

 

Ademar Ribeiro Romeiro

Ademir Gebara

Adilson Marques Gennari

Adir Aparecida Juliano

Alberto Haruyoshi Hitomi

Amaury Patrick Gremaud

Ana Lúcia Duarte Lanna

André Munhoz de Argollo Ferrão

Angelita Matos Souza

Antonio José Marques

Antonio Penalves Rocha

Benedicto Heloiz Nascimento

Carlos Augusto Vidotto

Christina da Silva Roquette Lopreato

Claudia Heller

Delia Beatriz Espina

Claudilei Rodrigues da Rocha

Domingos Savio da Cunha Garcia

Dora Isabel Paiva da Costa

Eduardo Rois Morales Alves

Eliana Tadeu Terci

Ema Elisabete Rodrigues Camillo

Enrique Amayo Zevallos

Fabio Ricci

Fausto Saretta

Fernando Antônio Novaes

Fernando Tadeu de Miranda Borges

Flávio Azevedo Marques de Saes

Flávio Mesquita Saraiva

Franceschina Vilardo

Francisco Carlos Orlandini

Francisco Luiz Corsi

Francisco Vidal Luna

Gilval Mosca Froelich

Helder Sebastião Alves dos Reis

Helena Carvalho de Lorenzo

Hilário Domingues Neto

Horácio Gutiérrez

István Jancsó

Ivan Berzin

Jacob Gorender

Jacques Marcovith

Jason Tadeu Borba

Jorge Luis Mialhe

José Carlos Tartaglia

José Evaldo de Mello Doin

José Flávio Motta

José Jobson de Andrade Arruda

José Jobson do Nascimento

José Marcos Nayme Novelli

José Ricardo Barbosa Gonçalves

José Roberto Mendonça de Barros

José Sebastião Witter

Julio Manuel Pires

Leonardo Nelmi Tresivan

Ligia Maria Osório Silva

Lilia Inês Zanotti de Medrano

Luciana dos Santos Geraci

Luciana Suarez Galvão Pinto

Luis Fernando Ayerbe

Luzia Monteiro Araújo Soares

Maria Alice Rosa Ribeiro

Maria Angélica Borges

Maria Aparecida de Paulo Rago

Maria Irene de Q. Ferreira Szmrecsanyi

Maria Isabel Basilisco Celia

Maria Izilda Santos de Matos

Maria Lúcia Lamounier

Maria Lúcia Caira Gitahy

Maria Stella Martins Bresciani

Maria Thereza Miguel Peres

Mario Sérgio de Mattos Stipp

Maurício Otávio de Mendonça Jorge

Mivaldo Messias Ferrari

Nelson Prado Alves Pinto

Nicélio do Amaral Barros

Nilo Odália

Oriowaldo Queda

Orlando José Bolçone

Palmira Petratti Teixeira

Paulo Alves de Lima Filho

Paulo Nogueira Batista Júnior

Paulo Roberto Beskow

Paulo Roberto Davidoff Chagas Cruz

Pedro Geraldo Tosi

Pedro Luis Puntoni

Pedro Paulo de Abreu Funari

Pedro Ramos

Raquel Glezer

Regina Celia Faria Simões

Regina Maria D’Aquino Fonseca Gadelha

Reinéro Antônio Lérias

Renata Cipolli D’Arbo

Renato Leite Marcondes

Renato Perim Colistete

Ricardo Frota de Albuquerque Maranhão

Ricardo Zimbrão Affonso de Paula

Rogério Naques Faleiros

Rosane Carvalho Messias Monteiro

Rui Guilherme Granziera

Sebastião Neto Ribeiro Guedes

Sergio Salome Silva

Silvia Fernanda de Mendonça Figueirôa

Solange Maria Corder

Tamás József Márton Károly Szmrecsányi

Tomás Rafael Cruz Cáceres

Vera Maria Pereira Theodozio

Vera Mariza H. de Miranda Costa

Werner Altmann

Wilma Peres Costa

Wilson do Nascimento Barbosa

Wilson Suzigan

Wilson Vieira

Zildo Gallo

Zóia Vilar Campos

   

 

Expediente:

SECRETARIA DA ABPHE

FACULDADE DE CIÊNCIAS E LETRAS - UNESP CAMPUS DE ARARAQUARA

RODOVIA ARARAQUARA JAU KM 01 CAIXA POSTAL: 174 CEP 14800-901

TELEFONE: 0XX-16 232 0444 - RAMAL 114 FAX: 0XX-16 232 0444 - RAMAL 158

EMAIL: abphe@fclar.unesp.br SITE: http://www.abphe.org.br

SECRETÁRIA RESPONSÁVEL – Maria Helena Haddad Tóvolli